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[Denise Araujo] [denise.ahrends@gmail.com] [partodoprincipio.com.br]
Tenho 35 e tive recentemente meu primeiro filho. Esperei 42 semanas e 5 dias para entrar em trabalho de parto e foram por 10 horas ate a dilatação total, após mais 4 horas meu bebe continuava assiclico (fora do canal) o q impediu o parto domiliar. Ainda assim, digo que foi a melhor experiencia da minha vida, mesmo com a trsnferencia para o hospital, continuo acreditando e apoiando o parto domiciliar como a melhor maneira de se nascer. 30/09/2009 00:20 |
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[Flavia] [flakaiser@hotmail.com]
Lucia, é óbvio que há regras para o parto domiciliar na Holanda, assim como aqui na Dinamarca onde moro e onde terei meu parto domiciliar em poucas semanas. Para ser atendida num parto domiciliar, a gestacão precisa ser de baixo risco, ter sido bem acompanhada por parteira e/ou médico de família, entre outras. Dependendo da região da Holanda até 40% de todos os partos são domiciliares. Um exemplo a ser seguido! 29/09/2009 18:55 |
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[renata ilha] [renatailhars@gmail.com] [http://filhosperfeitos.blogspot.com]
Meu filho nasceu às 37 semanas, com 3,5kg, 52cm, APGAR 10 10, num emocionante Parto Domiciliar assistido, conforme relatei no meu blog. Eu tinha 31 anos e tudo correu sem indução, sem laceração, sem intervenções desnecessárias, de cócoras, direto para meu colo. E quanto a acharem que a casa é um ambiente inseguro, quer melhor lugar para se contrair doenças e infecções que um hospital??? 29/09/2009 18:32 |
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[Dorothea] [dorothea_sobottka@yahoo.com.br]
Meu filho nasceu em casa. Quase 3 semanas depois da data esperada, primeiro filho. Fui assistida por duas obstetrizes e amparada pelo meu marido. Nasceu muito bem, no seu tempo, com 4kg e 55cm. Não tive laceração, meu filho não foi arrancado do meu útero e nem dos nossos braços. Eu não quis correr riscos, ficamos onde era mais seguro, com toda assistência. Interessante notarmos que foi no período em que a mortalidade materna subiu, conforme os comentários acima, que também aumentou o número de cesarianas no Brasil. Coincidência? 29/09/2009 16:43 |
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[Waleska Nunes] [waleskanune@gmail.com]
O meu primeiro filho nasceu via cesárea, em ambiente hospitalar (claro). Na gravidez do segundo filho, optei por ficar em um lugar mais seguro: minha CASA. Foi a melhor experiência da minha vida. Correr riscos acrescidos indo para o hospital? Para que? Deixemos os hospitais livres para quem precisa deles. Grande abraço, Waleska Nunes 29/09/2009 08:58 |
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[Marta Fuess] [mafuess@hotmail.com]
Fizemos o parto de meu filho em casa, e foi uma experiência maravilhosa! Meu primeiro parto, aos 38 anos de idade. Tudo na maior tranquilidade, sem pressa, sem stress, sem dor (o trabalho de parto é um esforço físico muito intenso, mas se você deixa ele acontecer sem lutar contra as contrações, não dói), sem necessidade de anestesia ou episiotomia. David nasceu tranquilo, respirou sem chorar, ficou duas horas desperto em seguida ao parto. Foi uma benção completa. Eu não queria nem ouvir falar das maternidades e seus procedimentos usuais, que são de uma violência e ignorância insuportáveis em relação à parturiente e ao bebê. Sem falar na pressa de todos no processo - o médico faz a cesária logo porque precisa ir embora - quem fica horas e horas esperando junto? Hoje ninguém tem tempo/paciência. Já estava com 3 dedos de dilatação quando começou de fato o trabalho de parto, e a partir daí foram 10 horas até que o bebê nasceu! Precisamos saber esperar, deixar acontecer - a natureza é sabia 28/09/2009 18:44 |
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[dr alipio naphal] [alipionaphal@hotmail.com]
e a saúde da parturiente e do seu recém-nascido. (retirado do site da febrasgo - federação brasileira das associações de ginecologia e obstetrícia) ~se o parto sem médico já é amplamente questionado em casas de parto, imagine de maneira domiciliar... o argumento antigo e falacioso de que o parta é um evento fisiológico e não deve ter assistencia hospitalar só pode ser aceito se aceitarmos os mesmos antigos argumentos onde morrer mãe e filho no parto era considerado normal, pois se é certo que menos de 10 por cento dos partos apresentam problemas também é certo que esses 10 por cento não tem mais que alguns poucos minutos entre a vida e a morte e isso é imprevisível e não podemos aceitar tais eventos no mundo de hoje.... aceitar tal risco é no minimo uma negligência e isso não nos é permitido dentro da ética médica.... 28/09/2009 18:27 |
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[Angélica] [agbranco@globo.com] [secuidando.blogspot.com]
Eu e os meus 5 irmãos nascemos em casa com a ajuda de uma parteira e deu tudo certo. Existe uma boa razão para fazer o parto em casa: não pegamos uma infecção. Acho que já é um motivo bastante positivo. 28/09/2009 18:26 |
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[dr. alipio naphal ( tego 0035/05)] [alipionaphal@hotmail.com]
Além de imprevisíveis, estas situações exigem atuação médica imediata, em centro cirúrgico, com necessidade de recursos humanos e também de materiais como banco de sangue, respirador ou anestesia, entre muitos outros. Para Olímpio, poucos minutos de retardo no atendimento médico podem fazer grande diferença no resultado materno e perinatal.“O prazo de uma hora ou mesmo de 10 minutos de transporte e mais outros tantos que serão gastos na admissão da maternidade de referência são inaceitáveis”.A luta da FEBRASGO por uma assistência ao parto de qualidade é árdua, pois mexe com múltiplos interesses políticos e corporativos. Mas é de extrema relevância para a sociedade de forma geral e particularmente à mulher. Há grandes desafios a vencer, como a razão de mortalidade materna que, que de 53,3 em 2000, subiu para 55,1 em 2006.Por todos estes motivos, a FEBRASGO mantém seu posicionamento contrário ao funcionamento das casas de parto isoladas, por entender que estas colocam em risco a vida e a 28/09/2009 18:20 |
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[dr alipio naphal] [alipionaphal@hotmail.com]
Não existe o parto sem risco. Toda parturiente apresenta um risco potencial de apresentar complicações maternas e/ou fetais, mesmo as de “baixo risco”. Pode haver desfechos fatais para a mãe e para o feto ou recém-nascido. Não é possível, a priori, com precisão, estabelecer o que ocorrerá com o parto. “Em assistência ao parto não se faz prognóstico e sim, diagnósticos sucessivos. O parto só pode ser dado como eutócico de forma retrospectiva, ou seja, após ter ocorrido”, conclui o presidente da Comissão. Estudos demonstram que cerca de 10% dos partos de baixo risco apresentam complicações que os transformam em partos de alto risco. Complicações obstétricas podem ocorrer sempre, muitas vezes imprevisíveis, como o prolapso de cordão, a distócia de ombros, a ruptura uterina, o descolamento prematuro da placenta, a hemorragia pós-parto, sofrimento fetal agudo e asfixia perinatal. 28/09/2009 18:16 |
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[dr. alipio naphal] [alipionaphal@hotmail.com]
que exigem a adoção de políticas públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso da criança e do adolescente, assegurando a eles atendimentos médico. LEIS TRAZEM orientação e contradição Enquanto a portaria 985, de 5 de agosto de 1999, cria o centro de parto normal no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), sem obrigatoriedade de médicos; as portarias números 31, de 15 de fevereiro de 1993, e 569, de 1º de junho de 2000, estabelecem que os partos sejam assistidos também por pediatra ou neonatologista. Ou seja, duas portarias do Ministério da Saúde estabelecem a presença de médico na sala de parto e uma terceira cria a casa de parto sem a presença de médico na equipe mínima. Como o governo autoriza a abertura das casas de parto, onde não há nem mesmo obstetra na hora do nascimento, se duas outras portarias, criadas seis anos antes e um ano depois, recomendam que pediatras façam parte da equipe? 28/09/2009 18:11 |
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[dr alipio naphal] [alipionaphal@hotmail.com]
o nosso aprendizado”, avalia. “Mostram a importância de garantir a segurança das pacientes, de não submetê-las a riscos”. O documento da FEBRASGO não ignora os problemas existentes no atendimento obstétrico, concordando que a humanização do parto ainda é um direito negado à maioria das brasileiras. Porém, deixa claro que este cenário tende a se tornar dramático com um eventual afastamento do médico. “O grande problema vivido no Brasil é a falta de equipes médicas na rede pública, principalmente nas cidades do interior, provocando superlotação das maternidades dos grandes centros e, com isso, queda da qualidade e segurança na assistência à parturiente e ao seu recém-nascido”, avalia Olímpio. A FEBRASGO defende que o enfermeiro seja parte integrante da equipe de saúde na assistência ao parto normal de baixo risco, conforme dita a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986. Também está em concordância estão os artigos 4º, 7º, 8º e 11º do Estatuto da Criança e do Adolescente,(cont) 28/09/2009 18:10 |
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[Dr. Alipio Naphal] [alipionaphal@hotmail.com] [alipionaphal@hotmail.com]
Recentemente,a FEBRASGO divulgou a todas as suas associações documento sobre o posicionamento da Comissão de Abortamento, Parto e Puerpério sobre as casas de parto. O texto alerta para o movimento liderado por outras categorias profissionais, de não médicos, apoiadas por alguns gestores do sistema de saúde, para afastar o médico da assistência ao parto.Os defensores das casas de parto usam como sustentação de seus argumentos a suposta humanização dessa assistência. No entanto, alerta Olimpio Barbosa de Moraes Filho, presidente da Comissão da FEBARSGO, esta linha é falaciosa e tem um objetivo sub-reptício de puramente aumentar possibilidades de trabalho algumas classes profissionais. “Não consta nos currículos das disciplinas ministradas aos obstetras, ao longo da sua formação, nada que vá de encontro a essa falsa humanização, com parto sem médicos. Ao contrário: durante os nove anos de estudos teóricos e práticos, seis de graduação e três em residência, o estudoda ética permeia(cont) 28/09/2009 18:09 |
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[Elisa] [elisambsilva@uol.com.br]
Minha cunhada optou por fazer o parto em casa e foi um sucesso total. Quem acha que o parto é feito em ambiente inseguro desconhece a equipe de profissionais que fica envolvida. Minha sobrinha nasceu de forma tranqüila e é hoje uma menina alegre e saudável. Gravidez não é doença e o parto muito menos. Insistir em cesarianas e internações, na verdade reflete um interesse em apressar algo para que se encaixe nas agendas, quando a preocupação deveria ser a de garantir o parto de forma mais natural possível. A última preocupação é a segurança pois o ambiente hospitalar apresenta um grau de risco maior do que um ambiente caseiro com a assepsia adequada. Parto normal também promove uma melhor recuperação da mãe, permitindo que ela esteja mais disposta e mais próxima ao filho. Se feito em casa, a agressão é ainda menor.Parto domiciliar é uma excelente escolha. 28/09/2009 18:04 |
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[Vivian]
Eu tive meu filho em casa, primeira gestação, 41 semanas. Em gestações de baixo risco é perfeitamente possível, e o risco de complicações é menor do que no hospital, onde terão que se cumprir procedimentos padrão totalmente desnecessários. Foi uma ótima escolha e num próximo parto pretendo repetir. 28/09/2009 17:56 |
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[Annibal] [atsabino@uol.com.br]
Concordo que parto normal pode acontecer e acontece em qualquer lugar, mas programar um parto em ambiente inseguro é no mínimo imprudência! 28/09/2009 17:49 |
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[mary ane] [maryaneamil@yahoo,com.br]
O parto normal, como o proprio nome diz é fisiológico e transcorre na mais perfeita normalidade, caso contrário a humanidade já estaria extinta há centenas de anos. Portanto é perfeitamente viável sua realização pelo profissional enfermeiro obstetra. Fora que a idéia hospitalocêntrica difundida em nosso país tem sido responsável por inúmeras mortes prematuras não somente de recén-natos, mas também idosos, mulheres e etc, devido a processos infecciosos contraidos dentro destas instituições. O que existe em nosso país é falta de informação e vontade politíca de se promover a humanização da saúde. 28/09/2009 17:37 |
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[Alessandro] [sotero73@globo.com]
Nós optamos pelo parto em casa. Nosso filho nasceu na sala de nossa casa com a ajuda de uma enferemeira obstetricia e uma doula. Eu cortei o cordão umbilical e ele nunca pisou os pés em um hospital. Nasceu com mais de 4kg e 52cm perfeitamente saudável. Temos cerca de 10 casais amigos que também optaram pelo parto em casa só nos ultimos 2 anos. Aqui em Campinas pelo menos, não é tão raro quanto você imagina. A um movimento em prol do parto domiciliar e espero que ganhe força porque é um absurdo a quantidade de cesáreas desnecessárias feitas nesse país e a falta de informação que é dada para as gestantes. 28/09/2009 17:06 |
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[nella] [nellaserato@hotmail.com]
Ja fiz meu parto em casa sem problema nenhum!!! eu tinha 30 anos,era meu segundo filho...nunca fiz ultrasom ou alguma coisa parecida.... foi sem médico...somente meu marido e eu...e nossa filinha nesceu muito bem, com 3 kg, 50 cm... chorando, chupando o dedo e de olhos abertos.... foi um parto de cócoras e na maior tranquilidade.Isso tudo em 1986 em Nova Friburgo, RJ. 28/09/2009 17:04 |
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[Lucia]
Estranho, porque outro dia vi uma reportagem que falava que o governo da Holanda estava pensando em estabelecer regras para os partos domiciliares, já que nos últimos anos os índices de complicações tinham aumentado muito. Acho que isso vai contra o nosso desenvolvimento, se lutamos tanto para termos uma maior assistencia em um centro competente, porque temos que voltar no tempo? 28/09/2009 16:43 |
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[Carolina] [mcfrancese@hotmail.com]
Eu não sei quem inventou que parto é um processo cirúrgico que precisa ser feito em um hospital. Claro que é bom ter um hospital perto para qualquer emergência mas, se os exames pré natal estão todos feitos e está tudo bem, é provável que o parto corra bem também. Mania de hospital que brasileiro tem. 28/09/2009 16:24 |
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